"A professora Dra. Carla Minervino pela iniciativa e pelo exemplo que é para o grupo".

segunda-feira, 13 de julho de 2009

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Pensando sobre o assunto...

No Brasil, inúmeras estratégias já foram postas em prática para diminuir a exclusão social, especialmente na escola. Os resultados, entretanto, têm sido modestos. Nenhuma proposta cientifica foi criada. A razão disso, pensamos nós, está no fato de muitos serem contra um “diagnóstico” da criança como tal. Fala-se muito da situação em que se encontram as crianças vítimas de um sistema socioeconômica cruel. Assim, os problemas estudados são os sociais, os históricos, mas a criança singular não é avaliada adequadamente. O máximo que se faz é pesquisar o que ela não sabe, mas, sobre o porquê de não saber, nada se faz. Os problemas são sempre considerados exclusivamente sociais cujo centro é a aquisição da linguagem estão sempre fora das varias considerações. Tudo se passa como se a criança não tivesse um cérebro que se constrói nas trocas do organismo com o meio (graças à sua plasticidade), e como se, na idade escolar, as perdas dos anos anteriores não precisassem d uma compensação por intermédio de práticas especiais. Pensa-se muito em horas a mais de estudo, jogos, esporte e outras práticas, mas não se pensa nas condições necessárias para que a criança possa assimilar o que lhe é oferecido. O para aquisição de qualquer conhecimento possível. A maioria das crianças vítimas do sistema socioeconômico adquiriu lacunas no processo evolutivo, e essas lacunas precisam ser preenchidas, desde, é claro, que saibamos quais são elas...


Adrian Montoya passou quatro anos numa favela de São Paulo interagindo com as crianças, que em sua maioria eram repetentes na escola e futuros candidatos ás classes “especiais”, que eram, na época, a ante-sala do crime. Trabalhou sistematicamente com crianças de sete a dez anos. Mostrou que elas, embora capazes de realizar tarefas impensáveis para as crianças de classe média (a maioria sabia cozinhar, fazer compras e cuidar de irmãos menores durante um período do dia enquanto os pais trabalhavam), não haviam construído a representação adequada das noções espaço-temporais e causais. Conheciam na prática todas essas noções, mas não podiam refletir sobre elas e, portanto não podiam construir um discurso coerente sobre aquilo que , na prática, conheciam o suficiente. Agiam muito bem no presente, mas eram incapazes de falar sobre o passado ou sobre o futuro, ou seja, não faziam referência aos fatos futuros ou aos passados, a não ser de uma pequena zona móvel do presente, inutilizável num discurso. Sobre a causalidade, a velocidade, etc., os fatos possuíam apenas indícios incoerentes. Elas sabiam o que deveriam fazer “antes” de A e o que deveriam fazer “depois” de A para conseguir B, mas sempre na ação, jamais em pensamento, jamais utilizando discurso. Tudo se passava como se o tempo fosse ainda para elas uma dimensão do espaço. A, causalidade prática era observada em seus atos, mas não chegavam a verbalizar se a,... então b. Não eram capazes de construir argumento, por mais elementar que fosse. Unicamente capazes de pensar e de falar sobre a situação em curso, elas nos pareciam prisioneiros do presente. O diagnóstico foi:dificuldade extrema de representar o mundo e as próprias ações pela aparente incapacidade de coordenação das imagens mentais no tempo, donde a impossibilidade de reconstituição, de evocação e da compreensão do liame causal, mesmo no simples nível da igualdade toda vez que eu tenho “a”, tenho “b”).


Do ponto de vista do meio social, por que aconteceria isso? Que tipo de solicitação estar-lhes-ia faltando? Sobretudo, a evocação do passado próximo ou remoto. Quase ninguém lhes dirige a palavra; não há praticamente, nesse meio, aquilo que chamamos de “trocas simbólicas” . Paulo Freire(1970) muito falou sobre a “cultura do silêncio”; foi isso que encontramos. A intervenção fazia-se necessária, contudo, antes disso seria preciso saber em que ponto da embriologia mental se encontra o problema. Nós captamos na representação, na imagem do mundo. Essa deficiência pode ser superada, a homeostasis (capacidade de um organismo de manter-se em equilíbrio apesar das perturbações do meio) pode ser conseguida. Adrian Montoya fez um trabalho de intervenção levando em conta o prejuízo dessas crianças, as características do grupo e as suas pessoais. Ao final de um ano de trabalho as crianças da pesquisa já eram capazes de estabelecer trocas simbólicas com o grupo, capazes de construir um discurso coerente, de desenhar, ler e contar histórias.


É preciso que se diga que muitas dessas crianças conseguem sair dessas amarras do presente, sozinhas. Sua capacidade de resiliência é maior, por algum motivo esporádico: o encontro com um professor que se interesse por ela, um patrão dos pais, ou mesmo um organismo, um cérebro excepcional. Mas a maioria não consegue escapar das condições desfavoráveis, não consegue crescer, não consegue inserir-se adequadamente na sociedade.


*Texto de Zélia Ramozzi-Chiarottino publicado no livro aquisição da linguagem de Ingrid Finger e Ronice Müller de Quadros. Editora UFSC. 2008


terça-feira, 7 de julho de 2009

Penso porque falo ou falo porque penso? (Pense e fale sobre o assunto)

Texto publicado na Veja (edição 2120)

Os meninos-lobo
Cláudio de Moura Castro
"Nossa juventude estará mal preparada para a sociedadecivilizada se insistirmos em uma educação que produz uma competência linguística pouco melhor do que a de meninos-lobo"

No velho conto de Rudyard Kipling Mogli, o Menino-Lobo, o autor descreve uma criança que, adotada por uma loba, cresce sem jamais haver usado uma só palavra humana, até ser encontrada e se integrar à sociedade. O conto é atraente, mas cientificamente absurdo. Porém, houve outros casos, supostamente reais, de crianças criadas por animais. E também casos reais (até recentes) de crianças que cresceram isoladas e sem oportunidades de aprender a falar.

Faz tempo, meninos-lobo e outros jovens criados sem interação humana despertaram o interesse da psicologia cognitiva e da linguística. A razão é que seriam um experimento natural que permitiria responder a uma pergunta crucial: esses jovens, sem conhecer palavras, poderiam pensar como os demais humanos?
A questão em pauta era decidir se pensamos porque temos palavras ou se seria possível pensar sem elas. Como os meninos-lobo não conheciam palavras, se podiam pensar, teria de ser sem elas. Nos diferentes casos de crianças criadas em isolamento, ficou clara a enorme dificuldade de ajustamento que elas encontraram ao ser reabsorvidas pela sociedade. Muitas jamais se ajustaram, fosse pelo trauma do isolamento, fosse pela impossibilidade de pensar humanamente sem palavras. Mas o fato é que não desenvolveram um raciocínio (abstrato) classicamente humano.
O interesse pelos meninos-lobo feneceu. Mas se aprendeu muito desde então, e hoje não se acredita que o pensamento sem palavras seja possível – pelo menos, o pensamento simbólico que é a marca dos seres humanos. Ou seja, Mogli não seria capaz de pensar.
"Vivemos em um mundo de palavras", diz o celebrado antropólogo Richard Leakey. "Nossos pensamentos, o mundo de nossa imaginação, nossas comunicações e nossa rica cultura são tecidos nos teares da linguagem... A linguagem é o nosso meio... É a linguagem que separa os humanos do resto da natureza." Para o neuropaleontólogo Harry Jerison, precisamos de um cérebro grande (três vezes maior do que o de outros primatas) para lidar com as exigências da linguagem.
Portanto, se pensamos com palavras e com as conexões entre elas, a nossa capacidade de usar palavras tem muito a ver com a nossa capacidade de pensar. Dito de outra forma, pensar bem é o resultado de saber lidar com palavras e com a sintaxe que conecta uma com a outra. O psicólogo Howard Gardner, com sua tese sobre as múltiplas inteligências, talvez diga que Garrincha tinha uma "inteligência futebolística" que não transitava por palavras. Mas grande parte do nosso mundo moderno requer a inteligência que se estrutura por intermédio das palavras. Quem não aprendeu bem a usar palavras não sabe pensar. No limite, quem sabe poucas palavras ou as usa mal tem um pensamento encolhido.
Talvez veredicto mais brutal sobre o assunto tenha sido oferecido pelo filósofo Ludwig Wittgenstein: "Os limites da minha linguagem são também os limites do meu pensamento". Simplificando um pouco, o bem pensar quase que se confunde com a competência de bem usar as palavras. Nesse particular não temos dúvidas: a educação tem muitíssimo a ver com o desenvolvimento da nossa capacidade de usar a linguagem. Portanto, o bom ensino tem como alvo número 1 a competência linguística.
Pelos testes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), na 4ª série 50% dos brasileiros são funcionalmente analfabetos. Segundo o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), a capacidade linguística do aluno brasileiro corresponde à de um europeu com quatro anos a menos de escolaridade. Sendo assim, o nosso processo educativo deve se preocupar centralmente com as falhas na capacidade de compreensão e expressão verbal dos alunos.
Ao estudar a Inconfidência Mineira, a teoria da evolução das espécies ou os afluentes do Amazonas, o aprendizado mais importante se dá no manejo da língua. É ler com fluência e entender o que está escrito. É expressar-se por escrito com precisão e elegância. É transitar na relação rigorosa entre palavras e significados.
No conto, Mogli se ajustou à vida civilizada. Infelizmente para nós, Kipling estava cientificamente errado. Nossa juventude estará mal preparada para a sociedade civilizada se insistirmos em uma educação que produz uma competência linguística pouco melhor do que a de meninos-lobo.
Claudio de Moura Castro é economista

domingo, 5 de julho de 2009

III Congresso Brasileiro de Comunicação Alternativa

“Qualquer maneira de comunicar vale a pena”

30 e 31/10 e 01 e 02/11 de 2009

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

SÃO PAULO – SP

Prazo para inscrição de trabalhos

10/08/2009

Data limite para inscrição 10/08/2009

Data de Divulgação dos trabalhos aceitos 08/09/2009

O III Congresso Brasileiro de Comunicação Alternativa – ISAAC Brasil tem como objetivos dar continuidade ao desenvolvimento e divulgação da Comunicação Alternativa no Brasil nas áreas de pesquisa, clínica e educacional, bem como consolidar a instituição do capítulo brasileiro vinculado à ISAAC.

A temática central será “Qualquer maneira de comunicar vale a pena”, considerando que a área de comunicação alternativa pode, por meio de diferentes sistemas, recursos e estratégias, dar possibilidade de comunicação a crianças, jovens e adultos com deficiência e sem possibilidade de fazê-lo por meio da fala. Supõe-se que a discussão e a pesquisa a respeito destas habilidades sejam feitas no âmbito das questões da aquisição, desenvolvimento e uso da linguagem.

Reconhecendo o valor dos vários saberes envolvidos com a interação humana e que tornam a Comunicação Alternativa um campo tão instigante e envolvente, este evento deseja valorizar a presença e participação de pessoas que utilizam os recursos que esse campo agrega, além de contar com profissionais e pesquisadores de diferentes áreas que se dedicam a esse campo.

Pretende-se que este congresso seja mais um momento sócio-histórico vivenciado pela área no Brasil, garantindo a inserção e a participação de profissionais e pesquisadores de diferentes áreas de atuação, mas diretamente relacionados ao tema de discussão, tanto clínica/educacional quanto acadêmica. Que seja possível estimular a discussão e exposição de diferentes linhas de pesquisa e condutas metodológicas, a reflexão e o aprofundamento nessa discussão, saudável tanto para os pesquisadores quanto para o clínico/educador e usuários de comunicação alternativa e seus familiares.

Clique abaixo e visite a página do congresso

Ø Programação preliminar

Ø Comissão organizadora

Ø Palestrantes confirmados

Ø Taxas e prazos de inscrição do congresso

Ø Normas para inscrição de trabalhos

Informações e inscrições:

MEMC Assessoria em Eventos Médicos e Científicos

Fone: 11 4242-2595 - 11 9547-1579 - FAX: 11 4242-2296

www.memc.com.br - isaac2009-congresso@memc.com.br

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Um Grupo em Crescimento!

" Cada manhã, uma nova manhã, cheia de alegria no olhar.E renova-se a esperança nos olhos da criança, no dia que acaba de chegar.Castelos de sonhos, minha fada é você,Tão linda dá gosto de ver...Quero passear, sorrir, cantar, brincar de ser feliz. E Ter amigos, ver muitas crianças brincando, correndo pata todo lado sem parar.Alegria quando desce o dia,E acalma a folia, é hora de dormir e descansar.Este é o sonho de toda criança no mundo esperança do amanhã, que hoje se forma."

Que cada criança que existe em nós, cresça com a "imensa" vontade de brincar, passear, crescer e ser feliz!

Os sonhos são muitos e a concretização deles é o que nos motiva... De passo a passo rumo ao futuro! = )

sexta-feira, 19 de junho de 2009

12th International Facet Theory Conference

FACET THEORY ASSOCIATION

CALL FOR PAPERS

12th International Facet Theory Conference

June 21-24, 2009

Jerusalem, ISRAEL

New horizons in theory construction and data analysis: Facet Theory, Multidimensional Scaling (MDS), SSA, POSAC and related approaches

Organized by the FACET THEORY ASSOCIATION, and

BAR ILAN UNIVERSITY


Dear Colleagues,

We are pleased to invite you to attend the Twelfth International Facet Theory Conference, to take place in Jerusalem from the 21st to the 24th of June, 2009.
Facet Theory (FT) is a meta-theory for designing structural and other theories in the behavioral sciences. Basic assumptions of FT are that social and behavioral concepts are complex constructs and that their study, therefore, requires a systematic design for defining observations and for examining the correspondence between the observations and the theory. Because such a definitional design should facilitate the evaluation of systematic relations between the data and the theory, it should lead to cumulative results. In the above sense, FT is a systematic approach for coordinating theory and research. Thus, FT comprises the universe of observations, the population of respondents, and the range of observations. It stratifies these universes by facets and integrates the design by means of a mapping sentence which guides the construction of items and the formulation of hypotheses. Finally, particular multivariate data analysis methods (such as SSA, POSAC, MSA) have been developed to test these hypotheses.

Facet Theory has been successfully applied to a large number of research areas where it has significantly contributed to the discovery and refinement of empirical laws. Such discoveries and refinement, in turn, have been instrumental in further developing the principles and methods of FT.

Organizing Committee

Eyal Yaniv - Chair
Yafit Raphael

Gil Goldzweig

Scientific Committee

Dov Elizur, Israel: Chair,

Wolfgang Bilsky Germany

Ingwer Borg Germany

Michael Braun Germany

David Cairns Australia
David Canter UK
Arie Cohen Israel

Eric Cohen Israel

Murray Clark UK
Suzanne Dancer USA
Annemaria Silvana de Rosa, Italy
Issac Friedman. Israel
Sipko Huismans. The Netherlands
Shlomit Levy. Israel
Ruth Meyer Schweizer Switzerland
Marko Polic, Slovenia
Antonio Roazzi Brazil

Samuel Shye Israel
Shlomo Krawetz, Israel

Esther Solomon USA
Aharon Tziner, Israel

Wijbrant H. van Schuur The Netherlands



Informações: http://www.facet-theory.org/content.php?id=36


Curso de Formação em Dislexia e Distúrbios de Aprendizagem

Dislexia e Distúrbios de Aprendizagem

RECIFE/PE

Participação dos maiores especialistas na área do país

Início das aulas em 1 e 2 de agosto de 2009

(vagas limitadas) – inscrições abertas

Coordenação geral: Prof. Dr. Jaime Zorzi/SP (diretor do CEFAC – Centro de Pós-graduação em Saúde e Educação e do Instituto CEFAC de São Paulo).

Coordenação executiva: Prof. Márcio Gomes/PE (diretor do SAPIENS – Centro de Formação de Professores do Recife)

APRESENTAÇÃO

Os problemas que atingem o desempenho escolar, como os distúrbios de aprendizagem e as dislexias, estão tendo um grande destaque no meio clínico e educacional. Atingir tal evidência tem suas razões porque, mais do que uma questão escolar, o não aprender é, acima de tudo, uma questão de adaptação sócio-emocional, com forte impacto em toda a vida do aprendiz.

Compreender o processo de aprendizagem, as limitações que podem prejudicá-la, assim como diferenciar os verdadeiros dos falsos distúrbios de aprendizagem , apresentam-se como elementos fundamentais. A consideração destes aspectos cria condições para ações que visem intervenções eficazes no sentido de identificar e tratar, tanto do ponto de vista clínico quanto escolar, problemas que não se limitam a notas baixas no boletim e sim às possibilidades do verdadeiro aprender.

Investir na formação nesta área é imprescindível e urgente para todos os profissionais que lidam com crianças e adolescentes no âmbito escolar ou clínico. Por esta razão o CEFAC de São Paulo, em parceria com o SAPIENS, trás ao Recife o curso de formação em Dislexia e Distúrbios de Aprendizagem, realizado hoje em várias cidades brasileiras e considerado a maior referencia em todo o Brasil.

OBJETIVO

Este curso tem por objetivo abordar o tema aprendizagem e desenvolvimento. Com ênfase na dislexia e nos distúrbios de aprendizagem, busca caracterizar cada tipo de problema, assim como viabilizar o diagnóstico diferencial entre dislexia e outros transtornos, a partir da visão de especialistas experientes. Apresentando enfoques múltiplos e interdependentes envolvendo a fonoaudiologia, a psicologia, a psicopedagogia e as neurociências, busca-se uma compreensão ampla, e ao mesmo tempo aprofundada, dos fatores determinantes de tais alterações e dos caminhos possíveis para intervenções mais precisas.

PÚBLICO-ALVO

Você que é fonoaudiólogo, educador, psicopedagogo, psicólogo, médico ou outro profissional envolvido com o desenvolvimento e com a aprendizagem encontrará neste curso uma possibilidade para aprofundar e integrar conhecimentos atuais sobre um tema tão desafiador.


DIAS, HORÁRIOS E CARGA HORÁRIA

§ Sábado e domingo (8h às 18h) uma vez por mês.

§ 8 módulos de 20 horas/aula totalizando 160 horas/aula presenciais.

CERTIFICADO

§ Será emitido pelo CEFAC de São Paulo

INVESTIMENTO

§ Taxa de inscrição: até dia 20 de maio - R$ 100,00 (à vista ou em duas parcelas com cheque ou cartão), após o dia 20 de junho – R$ 150,00 (à vista ou em duas parcelas).

- forma de pagamento da taxa: a) em espécie; b) com cheque, c) cartão Máster ou Visa diretamente
na SAPIENS ou pelo telefone (81) 3423.2133, através de sistema Delivery; d) depósito no
banco Real, agência 0295, conta 6781984-8, em nome da CFPA. Caso faça a opção de depósito,
enviar comprovante e ficha de inscrição preenchida, sem as quais não terá validade a inscrição.

§ 9 parcelas mensais: R$ 300,00 (valor com desconto) para pagamento realizado com cheques pré-datados para o dia 5 de cada mês. Pagamento realizado sem cheque pré-datado o valor a ser pago é de R$ 330,00, seja em espécie ou no cartão. Vencimento da primeira parcela no dia 5 de agosto.

NÚMERO DE ALUNOS: mínimo de 40 e máximo de 60 alunos. Caso o número acima não seja atingido, o curso poderá ser adiado ou cancelado, neste caso serão devolvidos todos os valores pagos pelos alunos.

AVALIAÇÃO: avaliação será realizada apenas ao final do curso a partir de um TCC (trabalho de conclusão de curso que constará de uma revisão bibliográfica )

INSCRIÇÕES DE IMEDIATO: e-mail: secretaria@sapiens-pe.com.br e fones: (81) 3423.2133 e 9945.0900, além de www.sapiens-pe.com.br

CONHEÇA MAIS SOBRE AS INSTITUIÇÕES QUE PROMOVEM ESTE CURSO